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MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes

Publicado por Julio Anjos em 2009, 27 de Maio

Pois parece que não vou frequentar o MOSS – Mestrado em Open Source Software do ISCTE. Os planos de estudo dos diversos componentes foram finalmente divulgados e, para mim, são uma desilusão. Não digo que o sejam para todos, mas para uma pessoa que tem Certificação Microsoft, licenciatura recente e POSI é demasiado dinheiro para não aprender nada de novo.
Para além de já ter visto planos de certificação Linux mais exigentes que o MOSS, existem discrepâncias inexplicáveis entre o que consta hoje na página do ISCTE e o que foi publicado no Diário da República, 2.ª série — N.º 79 — 23 de Abril de 2009:
28-05-2009 0-03-43
No site do ISCTE faltam 5 disciplinas das que foram aprovadas pelos organismos de direito do ISCTE e registadas na Direcção-Geral do Ensino Superior com o n.º R/B-Cr-108/2008.

Não me inspira confiança!

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9 Comentários to “MOSS: Planos de estudo finalmente e decepcionantes”

  1. Carlos Costa Disse:

    As disciplinas não foram retiradas. Simplesmente não serão oferecidas no Mestrado, por questões de natureza operacional.
    Quanto ao nível de exigência, só frequentando se pode saber qual o nível de exigência.
    Quanto a comparação com outros programas de outras universidades, o que refere aí é uma pós-graduação não um mestrado. Tem objectivos diferentes.

  2. Julio Anjos Disse:

    Caro Carlos Costa, até que enfim que alguém do MOSS fala comigo.

    A exigência tem facetas subjectivas para o formando e para mim é baixa porque “gestão de sistemas de bases de dados” já tive certificação num ciclo Solution Development da Microsoft, na Licenciatura e no POSI. Portanto a gestão de sistemas de base de dados em MySQL que parece ser o que o MOSS faz, não me parece muito exigente.

    Para pagar pelo canudo, prefiro pagar por um canudo em que aprenda alguma coisa, e que valide os conhecimentos apreendidos no mestrado, não os conhecimentos apreendidos numa certificação Microsoft (real), Linux (potencial e mais barata) ou licenciatura de Informação e Documentação.

    A minha opinião sobre o MOSS pode estar a ser influenciada pelo facto de durante meses ter andado a pedir explicações sobre o MOSS e apenas ter sucesso depois de publicar a opinião sobre o que me estava a ser demonstrado neste blogue e no twitter.

    PS: Têm pelo menos uma disciplina com o programa em branco. Continua a não inspirar confiança.

    PPS: A candidatura ao Mestrado Executivo de Gestão mantém-se de pé e terei imensa pena se não fôr aceite.

  3. Carlos Costa Disse:

    Caro Júlio Anjos
    - Quanto à questão das bases de dados, discordo. Poderia desenvolver conhecimentos aprofundados sobre MySQL, mesmo sendo especialista em SQL Server.
    - Quanto à diferença entre mestrado e pós-graduação, de facto existe um conjunto de conhecimentos que vão para além da aplicação imediata (exemplo: o desenvolvimento de competências para a realização de um trabalho de investigação).
    - Quando diz “pagar por um canudo em que aprenda alguma coisa” concordo perfeitamente.
    - Quanto à falta de resposta, de facto houve um erro de comunicação. Nessa altura eu e os meus colegas estávamos a produzir os conteúdos para o site e não tivemos o cuidado de informar do facto.
    - Obrigado pela informação relativamente ao programa em Branco.

    Desejo-lhe o maior sucesso na realização do Mestrado Executivo. Se nos cruzarmos no ISCTE terei todo o gosto em falar consigo pessoalmente.

  4. Julio Anjos Disse:

    Lá nos veremos

  5. Julio Demonios Disse:

    Caro J. Anjos,

    O senhor fala como se fosse um técnico de helpdesk, que recebe uns trocos por fora da Microsoft para criticar o trabalho de outros que mostram alternativas à ditadura da Microsoft.

    Em vez de se armar em treinador de bancadas, vá tirar o mestrado e deixe-se de tangas!

  6. Julio Anjos Disse:

    Parece que este Júlio Demónios fala sem ler o historial todo do Júlio Anjos (que incidentalmente é mesmo o meu nome).

    Não me apeteceu fazer o MOSS na medida em que quase tudo o o que lá iria aprender já aprendi nas seguintes condicções:

    Vida:
    Para todas as necessidades que não obriguem especificamente a MS instalo Ubuntu
    Já esqueci ASP e IIS ( para não falar do meu bom Clipper, Pascal, DBase][, etc)
    Sou anormalmente fluente em PHP, JAVA e APACHE, JavaScript e AJAX
    O RAD em todos os meus portáteis e desktops é NetBeans
    O firebug é companheiro inseparável em todos os meu browsers

    Formação:
    Frequente vários Certified da MS em Visual Basic e MS SQL
    Frequentei o POSI que ensina SQL e OOP depois aplicados via MS SQL e Sun Java, com design aplicacional em System Architect

    Actividade:
    Tenho um serviço, o bibliorandum, disponível na net, desenvolvido em PHP, XML (RSS e OAI-PMH) e Google Custom Search Engines
    Tenho um serviço, o bibliothetic, disponível na net, desenvolvido em PHP, Zend e GoogleData
    O meu servidor internet funciona com uma distribuição de linux fabricada por mim e um amigo meu completamente à medida das minhas necessidades

    Portanto… o MOSS ia-me permitir transformar os meus quase 30 anos de Informática, num grau de mestre, tendo ainda por cima que voltar a pagar por algumas das valências.

    Desculpe lá, sr Demónios, mas prefiro gastar dinheiro em formações que me ensinem alguma coisa: não tendo havido ligar no Mestrado de Executivo de Gestão do ISCTE, estou a fazer o Curso Geral de Gestão da Universidade Nova e a preparar a candidatura a mestrados de Gestão de Informação no estrangeiro, nomeadamente San José UC, Washington State e Aberystwyth (UK)

    Portanto vá chamar HelpDesk Microsoft a outro.

    Não seria aliás, neste momento, capaz, de fazer help desk a nada da MicroSoft.

  7. Julio Anjos Disse:

    Se os directores do MOSS se identificaram, o Carlos Costa neste Post e o Paulo Trezentos num outro, o Demónios bem podia ter-se identificado.

    Gostaria de usar os seus serviços para encetar um diálogo com a equipa de selecção do MXGENG do ISCTE sobre os mecanismos de seriação que me tornaram inelegível para a edição deste ano e me obrigaram a procurar essas competências noutras Universidades portuguesas, como a Nova e posteriormente a Católica, e para o mestrado e doutoramento no estrangeiro ao invés de um mestrado nacional seguido por um doutoramento no estrangeiro, que para mim seria a solução mais rápida para estar em trabalhos de Doutoramento aos 50 anos, o que me dava uns 20 anos de vida activa da docência!

  8. Julio Demónios Disse:

    Caro Anjos,

    O senhor fala (neste caso escreve) muito bem. Mas isso para mim é palha. Tenho 25 anos de experiência em Informática, e estou farto de apanhar “cromos” que fazem “copy & paste” de folhetos comerciais nos blogs e CV’s e que depois não fazem ideia do que estão a falar.
    O senhor prefere gastar dinheiro em formações e decorar “Test’s Kings” para depois dizer que é certificado disto e quando lhe aparece um problema para resolver, perguntam ao colega que realmente sabe e que estudou para isso.

    Peço desculpa por lhe ter chamado Helpdesk não si mas aos verdadeiros profissionais, porque você não me parece ter certificações adequadas para ser técnico de Helpdesk.

    P.S: Por acaso chamo-me mesmo Júlio Demónios.

  9. Julio Anjos Disse:

    Caro Julio… estou na informática desde 1980 quando ajudei um amigo a soldar um ZX80… Sou profissional de informática (ie: sou pago para fazer ou vendas ou desenvolvimento) desde 1982.

    Quanto ao copy paste … faço bastante, mas o resultado por norma é original (ver bibliorandum.net, meyriat.net)

    Por norma sou o colega “que realmente sabe e que estudou para isso” ou que pelo menos tem a cabeça para dar a volta ao problema.

    As certificações que tenho foram-me muito úteis e deram-me conhecimentos mais que suficientes para programar em várias coisas… Noutras coisas aprendi sozinho, pois não havia quem me ensinasse, ou porque não era preciso e me desenrasquei o suficiente para realizar o meu trabalho.

    Aliás uso certificações, licenciaturas e pós-graduações para “normalizar” e “preencher” os quadros de conhecimento que ficam sempre com buracos quando se faz apenas auto-formação.

    O que me trás de volta ao meu post inicial neste meu blogue! Não me vale a pena ir fazer o MOSS quando já tenho quase todas as competências que ele me tentaria dar, a maior parte delas devidamente certificadas noutras formações ou na prática materializada em produtos e serviços vivos a funcionar e acessíveis na Internet, ou por passa-palavra entre os meus clientes.

    Pelo valor de “Mestrado”, ie: pelo canudo em si… prefiro um canudo numa área que os meus clientes achem relevante e que valorizem (ie: eles passem a pagar mais pelos meus serviços): “Ciências de Informação”

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