Publicado por Julio Anjos em 2009, 14 de Junho
Viva Online, como anda de metro (ou de qualquer outro transporte público):
Watch your stuff; Keep some things close to the vest, your jewels hidden; Know who your friends are; Enjoy the ride
Jill Hurst-Wahl
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 27 de Maio
Pois parece que não vou frequentar o MOSS - Mestrado em Open Source Software do ISCTE. Os planos de estudo dos diversos componentes foram finalmente divulgados e, para mim, são uma desilusão. Não digo que o sejam para todos, mas para uma pessoa que tem Certificação Microsoft, licenciatura recente e POSI é demasiado dinheiro para não aprender nada de novo.
Para além de já ter visto planos de certificação Linux mais exigentes que o MOSS, existem discrepâncias inexplicáveis entre o que consta hoje na página do ISCTE e o que foi publicado no Diário da República, 2.ª série — N.º 79 — 23 de Abril de 2009:
No site do ISCTE faltam 5 disciplinas das que foram aprovadas pelos organismos de direito do ISCTE e registadas na Direcção-Geral do Ensino Superior com o n.º R/B-Cr-108/2008.
Não me inspira confiança!
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio
A influência entre a empresa e as pessoas tem dois sentidos: se é possivel afirmar que “process & structure problems beat people problems hands down” (regra 85/15 proposta por Jim Clemmer) também é possivel afirmar que “process & structure solutions solve people problems”.
É também conhecido o postulado de N. Dean Meyer & Associates: “Good people in a poorly designed organizational structure fail, while average people in a healthy organization succeed.”
Será isto verdade?
Será por isto que tantos portugueses uma vez emigrados se tornam muito mais produtivos que na pátria?
Será o país inteiro, mais que as suas empresas, uma “poorly designed organizational structure“ ?
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio
A afirmação de que a “informação” em qualquer Sistema que se candidate a denominar de Gestão de Informação deve ser “rei” e “rainha” é tautológica, mas passa ao lado de muitos informáticos (e incidentalmente de muitos bibliotecários e arquivistas [Pode-se mesmo dizer que tanto os informáticos como os biblitecários e os arquivistas demonstram sempre tendências para confundir, atavisticamente, o “suporte” com o “conteúdo” - Os livros e os bits transmitem “informação”]).
O problema advém de se confundir a transmissão e o armazenamento de dados com a transmissão e armazenamento de informação.
A informática, apesar da raiz do vocábulo, em mais de 90% dos casos, está a analisar, transmitir, criar, registar “dados” e não “informação”.
É o humano, que operacionaliza esses “dados” em “informação”.
Opero aqui sob um quadro estrutural de definições que presume que o conceito de “conhecimento” apenas existe na consciência humana, e que a projecção do “conhecimento” para outra pessoa ou para armazenamento se faz convertendo o “conhecimento” em “informação”. O fenómeno que converte de novo a “informação” em “conhecimento” é por norma conhecido como “aprendizagem”. A transmissão ou registo de “informação” faz-se por diversos mecanismos de transmissão e registo de dados (no sentido em que para esses sistemas o conteúdo informacional do que é transmitido ou armazenado tende a ser irrelevante)
Será assim possível afirmar que a arquitectura de um sistema de informação não é possível sem a dimensão humana. É para que, mais facilmente, o humano possa assimilar a informação, transformá-la em conhecimento, e tomar decisões, que o sistema de informação existe.
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio
Quase 100% dos projectos de informática são implementados com sucesso.
Mais de 50% deles não servirá para nada!
Isto é consequencia da falta de alinhamento entre Processos de Negócio, Sistemas de Informação e Informação, e entre cada um e/ou do conjunto com os objectivos de negócio
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio
O Arquitecto define os problemas que a Engenharia tem de resolver para um determinado fim.
O Arquitecto Empresarial define os problemas que várias Engenharias têm de resolver para adequar a empresa a determinadas necessidades.
Transforma “o que a empresa faz” em “os SI que a empresa precisa”.
O Engenheiro de Processos de Negócio é o Gestor
O Engenheiro de Sistemas de Informação é o Informático.
Algumas destas engenharias são conhecidas como ciências e tecnologias da área da documentação, da informação, da arquivistica, etc.
Por exemplo: a Preservação em perpetuidade de Arquivos (e outros objectos) Digitais é um problema que a Arquivística tem estudado á muito mais tempo que a informática, e em que, quanto a mim, está muito mais à frente que a informática!
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Publicado por Julio Anjos em 2009, 13 de Maio
A informação é tão relevante como Sistemas de Informação e Processos de Negócio.
A falta de consciência deste pressuposto provoca SEMPRE o desalinhamento de Sistemas de Informação e Processos de Negócio.
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