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TEDGlobal: Minando asteróides

Publicado por Julio Anjos em 2010, 14 de Julho

Ouvi ontem um apresentador promover a mineração de asteróides. O casa era economicamente interessante mas, apesar do valor do minério presente ser interessante, o custo de meter em órbita o potencial de impulso necessário para corrigir a órbita de um asteróide é exorbitante… se se trabalhar a partir da Terra.

A ideia ter pernas para andar se, primeiro, se estabelecer uma base na Lua onde os motores para mineração possam ser produzidos a partir de recursos locais… e nesse ponto para quê ir buscar um asteróide que contem os mesmos minerais?

Estranhamente isto serviria, aparentemente, apenas para produzir as versões do iPod de 2020, mais baratos.

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TEDGlobal: Sheena Iyengar

Publicado por Julio Anjos em 2010, 14 de Julho

Uma história engraçada sobre escolha, ou melhor, sobre as escolhas que nos dão a tomar:

Estava uma invisual no cabeleireiro, e pediu que lhe pintassem as unhas, uma actividade que as invisuais acham difícil de completar sozinhas. Mais difícil que pintar as unhas é escolher o verniz. O preço pode indicar a qualidade, mas como optar entre rosa “chinelo de princesa” e rosa “pérola de amor”.

A invisual pede a opinião das outras freguesas que lhe indicam uma série de adjectivos que parecem ser atributos de cada uma das cores.

A invisual acaba por comprar os dois vernizes e leva-os para o seu laboratório “social”. Retira as etiquetas ao dois frascos, contrata 50 pessoas para um teste de avaliação dos produtos.

25 pessoas garantem que os vernizes são completamente iguais.

25 pessoas afirmam preferir a cor de um deles.

Pouco depois, estas 25, são novamente chamadas a decidir qual o verniz preferido, mas desta vez os rótulos são repostos…  e as 25 afirmam preferir a cor do outro verniz.

Dá para pensar, não dá?

Contado na TEDGlobal 2010, como experiência em 1ª mão de Sheena Iyengar, uma Psico-economista 

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Gone TEDing

Publicado por Julio Anjos em 2010, 10 de Julho

10-07-2010 18-52-05

Todas as caminhadas começam com um passo.

Mas uma TED é um primeiro passo numa miriade de caminhos possíveis.

Estou aberto a todos.

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Alguém a minha esfera avança com uma lista de medidas para reduzir despesas…

Publicado por Julio Anjos em 2010, 22 de Maio

22-05-2010 16-22-48

Luis Vidigal já fez a sua reflexão…  (e se esta é a versão rápida tenho medo da lista completa) . De certeza que já pensaram em maneira de melhor gerir e utlizar os vossos serviços…

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Dos ‘badges’ bem desenhados….

Publicado por Julio Anjos em 2010, 19 de Maio

uxlx

Só falta a handle no twitter!

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Um bibliotecário na UX LX: HCI e as ciências e tecnologiasa da documentação e informação.

Publicado por Julio Anjos em 2010, 16 de Maio

Premissa 1: Os bibliotecários e os arquivistas têm 5000 anos de tradição e experiência a criar interfaces entre utilizadores e sistemas de informação.

Premissa 2: Os profissionais que estudam HCI e a praticam (em profissões como: user interface designer, investigador de usabilidade, técnico de usabilidade, arquitecto de informação, etc ) estão a desenhar e a construir artefactos que funcionam como pontes entre necessidades humanas de acesso a informação e soluções tecnológicas que permitem acesso a informação.

Premissa 3: HCI mapeia directamente para o grupo de competências T03-PUBLICAÇÃO E EDIÇÃO do EuroGuide , bem como indirectamente para outras, no grupo C: Comunicação.

HCI: Human Computer Interfacing

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TEDxLisboa

Publicado por Julio Anjos em 2010, 15 de Maio

Escrevo estas linhas no comboio das 20 para o Porto, depois de um Sábado muito bem passado a assistir ao evento TEDxLisboa, em boa hora organizado por Cristina Marques da Silva, da Eureekka, com a colaboração de muita gente e parceiros (equipa excepcional).

O grande herói do dia, o Sr. Joaquim Casado (fiquei com muita pena de, em tempo oportuno não me ter envolvido, no projecto que levou Victor Hugo Marques para a Ericeira), foi alvo de uma ‘flash mob’ quando foi aplaudido. Desde os minutos iniciais da sua intervenção que, por twitter, a assistência já lhe votava  uma ovação de pé. Foi aliás várias vezes aplaudido, e muito bem. A história deste homem e do seu percurso como autarca devia ser registada e difundida. Se já o fizeram e não dei conta disso por favor esclareçam-me. É o exemplo perfeito de que as coisas fazem-se fazendo!

Outra das grandes intervenções foi a de António Barreto, que entre outras coisas falou da PorData. Espero ansiosamente pelos cadernos de ensaios que começarão a ser editados em breve.

A Maria Conceição (Dhaka Project) foi uma revelação para mim.

A música e performance de NOISERV foi um espanto…. a fazer lembrar Mike Oldfield em Magnetic Fields (cuja técnica aliás usa). Ainda no campo das introduções musicais que abriram cada segmento, quero também destacar a de Natália Juskiewicz, que abriu o palco, logo de manhã: é uma menina que canta fado, mas em vez das cordas vocais, usa VIOLIONO…. sendo obviamente acompanhada à guitarra e à viola como fica bem a todo o fado.

A intervenção mais perturbadora para mim foi a de João Nogueira Santos, que acusou todos e cada um dos presente de ser responsável pelo estado miserável a que a política portuguesa chegou… precisamente por falta de participação dos cidadãos, como nós. Aliás, o sentido com que as palavras agora me soam na memória, nem foi o de “Falta de Participação” mas “Demissão” .

Estranhamente sinto que nenhum partido me quereria para militante…  acho mesmo que nenhum  aparelho  partidário quer aderentes com ideias fortes, independência financeira, gosto pelo debate e troca de ideias, etc… que queiram militar. Mas a verdade é que cada cidadão confia aos partidos políticos a produção e apresentação de lideres políticos à votação em eleições, que depois se tornam administradores do nosso país, e portanto, de todos nós. 

Não está certo reclamarmos e demitirmos nos de responsabilidades no estado político, económico e social presente… depois de termos recusado participar no processo. E não estou a falar só de eleições legislativas. Pelas contas de Nogueira Santos os lideres que foram postos à consideração foram seleccionados em eleições internas (as ‘directas’ intra-partidárias) onde apenas 0.6% da população portuguesa participou.

Não tenho intenção de me inscrever em qualquer partido. Ainda estou especificamente traumatizado pelo ainda recente artigo de Pacheco Pereira sobre a vida das Distritais e das Concelhias. Mas permaneço indisposto com esta minha posição… que tentarei colmatar continuando a dedicar-me ao associativismo.

Quem precisar de actividades colectivas para qualquer idade,  falem com o Rodrigo Viterbo sobre o fabrico artesanal de Didgeridoo’s!

Luís Rasquilha: Grande pedagogia…  e fazê-lo onde o fazes é 1000 vezes mais  valoroso do que se o fizesses em Lisboa ou no Porto!!!

PS: Também lá encontrei um POSIano, com um canal twitter muito activo e acutilante.

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